9 verdades e 1 mentira

tequila3.jpg

Sim, sim, sim! Eu resolvi aderir à modinha da semana no Facebook. Vou listar aqui 10 sentenças sobre mim, e cada um de vocês poderá pensar qual delas é falsa.

  1. Já comi churrasquinho no Itajuru com as meninas do Bonde das Maravilhas.
  2. Conheci minha mulher, Eliana, na internet, mas só nos encontramos pessoalmente pela primeira vez dois anos depois da primeira vez que conversamos.
  3. Não sei andar de bicicleta, nem dirigir. E não sinto vontade nem de uma coisa, nem de outra.
  4. A série que mais marcou minha vida é “Friends”. Vejo sempre que posso e já vivi algumas das situações inusitadas retratadas pelos protagonistas.
  5. Na adolescência, fui, dentre outras coisas, campeão de xadrez  nos Jogos Estudantis, presidente do Grêmio Estudantil do ISR e editor de jornal.
  6. Comecei a ler frases inteiras em revistas e jornais com 2 anos e meio de idade, e antes dos 6 anos, além de ler, já escrevia.
  7. Em minha vida esportiva, já dirigi um jogador que chegou à seleção brasileira e já apitei uma pelada em que o astro era ninguém menos que Romário.
  8. Já fui padrinho de um casamento na capela do Cristo Redentor. E um dos meus padrinhos de casamento é um famoso jornalista da ESPN Brasil.
  9. Minha mãe e meus dois irmãos, desde muito tempo, só me chamam pelo apelido (Mangueira).
  10. Já tive, como tema de festa de aniversário, a Gatinha Marie (da Disney).

E então. Onde está a mentira?

O que você quer ser quando crescer?

“Se quer viver uma vida feliz, amarre-se a uma meta, não às pessoas nem às coisas”

Não. Esse não é um texto de autoajuda, como o título pode sugerir. É uma pergunta que a gente ouve desde criança – e muita gente morre sem ter uma resposta definida.

Hoje em dia, parece haver um conflito de estilos. De um lado, os “concurseiros”. Gente que só tem um objetivo na vida: estudar 14 horas por dia, sete dias por semana, para passar no concurso público que, além de oferecer a estabilidade, puder pagar o melhor salário possível. Do outro, a “geração de valor”, gente que tem Gustavo Cerbasi e Flávio Augusto como mentores. Gente que pensa em empreender, em tocar a vida por conta própria e criar seus caminhos sem patrão e com autonomia total.

Essa dualidade vem causando uma espécie de guerra virtual entre os defensores de cada estilo. Aliás, isso é comum nesses tempos de redes sociais. A tática é a de sempre: eu defendo um lado desqualificando o outro. Para os “concurseiros”, a “geração de valor” é aventureira; para a “geração de valor”, os “concurseiros” querem uma estabilidade que é ilusória.

Voltamos ao início do post. O que você quer ser quando crescer?

Cada pessoa tem um “mundo ideal” em sua cabeça. E essa realidade é bem particular. Tem gente que tem como meta ser pescador em alguma praia isolada do Nordeste. Outros querem se mudar para a Nova Zelândia e ter novas experiências profissionais. Ser empreendedor nos EUA. Ou professor de Ensino Médio em Brasília. Ou funcionário público em Santa Rita do Passa Quatro. E cada um segue o seu caminho. Se cada uma dessas pessoas fez o que se queria, o que lhe deixou feliz, isso é o mais importante.

Eu não sou das pessoas que acham que é preciso escolher entre ser feliz e ser rico. Dá pra ser feliz e rico (se você consegue trabalhar e empreender, mais fácil ainda). Não é pecado querer ser rico. Nem feio (embora tenha muita gente que ache). Mas eu sempre defendo que o mais importante é que cada pessoa busque o seu caminho. Não se importe se os outros digam que o que você quer é medíocre. Pode ser para os outros, mas se não é pra você, vá em frente. As suas metas são só suas, e de mais ninguém.

Ah! Já ia esquecendo! Não tem a frase que inicia essa postagem? Ela foi dita por um tal de Albert Einstein. É possível que ele tenha razão…

Reflexões da madrugada

Eu precisava escrever algumas coisas sobre o momento que estou passando. São só pensamentos que divido com minha mulher e alguns amigos bem amigos, bem chegados.

Apesar de parecer que sou muito popular/conhecido/reconhecido, nunca fui muito de ter uma turma. Sempre andei meio sozinho, meio deslocado do meio. É minha maneira de ser. Até hoje é assim: sempre gostei de ser outsider. “Diferentão”, como diz aquele meme famoso.

O difícil, pra mim, é combater meus próprios medos. Pra isso, há um tempinho, procurei ajuda profissional, e isso tá me fazendo ser uma pessoa melhor. A convivência com minhas sobrinhas nessa fase em que viraram adultas aumentou meu olhar e minha preocupação com o universo feminino e todas as mazelas envolvidas – sim, todo dia é um aprendizado, desde as piadinhas misóginas que a gente faz sem perceber, porque aprendeu que isso era normal; até a troca de experiências e de informação entre gerações tão distintas. Essa luta contra o que eu denominei de “machismo nosso de cada dia” é difícil, mas eu tenho tentado, e reconheço que evoluí em muitas coisas (Nathalya e Duda, obrigado por isso!)

Às vezes, é muita informação. Mas é necessário dizer, nesse momento em que se discute cada vez mais que o RESPEITO entre as pessoas deve ser aumentado, valorizado e incentivado, que você não deve manter uma relação abusiva com ninguém. Esteja você do lado que abusa ou que é abusado. E quantas vezes não fiz isso? Com palavras, com ações, com gestos. Não só no relacionamento afetivo, mas no dia a dia, no trabalho, na condução das coisas…

Mesmo na condição de líder de equipes, muito comum pra mim desde a época do futsal, fui aprendendo com o tempo que você não precisa ser grosseiro, rude ou mal-educado para aplicar suas ideias ou determinar metas. E o tempo vai te ensinado e te moldando, e te fazendo uma pessoa melhor. Basta você querer.

E pra quem pergunta sobre minha saúde: ela está sob controle. Não está 100%, mas está sendo monitorada e avaliada. E pra quem quiser saber mais, só me procurar. Eu sou um cara fácil de achar. E estou sempre aí.

Pra terminar: agora, já quarentão, as coisas continuam iguais. Sempre tive uma preferência pela noite, pelo underground, pelas pessoas que ninguém gosta e/ou que são discriminadas. E, ao contrário, eu gosto de todo mundo. Amo as pessoas que me tratam com respeito e carinho. Não discrimino ninguém, não me importo de ser “ridicularizado” por alguns por ter amigos e amigas gays/lésbicas/trans. Gosto de gente, gosto do abraço, do beijo do carinho das pessoas… Cada um é de um jeito! Respeite isso e seja feliz!