#ForçaNewFutsal

Só quem já participou de equipes de competição sabe como é bom viajar pra jogar. Como isso é estimulante, como todo mundo se prepara. Atletas, treinadores, familiares, todo mundo pensa no momento dos eventos.

Infelizmente, acidentes acontecem. Fui acordado com a notícia de um acidente envolvendo a equipe New Macaé, que disputa competições femininas de futsal no interior do Estado do Rio. O projeto é coordenado com paixão e competência pelo meu grande amigo Alexandre Adolfo, o Negueba. O time seguia de Macaé para Magé e foi vítima de um acidente grave em Rio Bonito. Uma das meninas veio a falecer e mais duas estão internadas em estado grave.

Quantas vezes eu já fui, de Cabo Frio ao Rio (ou a Campos, ou até em viagens interestaduais) de van, de micro-ônibus ou de ônibus, nas minhas andanças como treinador de futsal? E eu sempre tive um incômodo de viajar com chuva. Nas últimas viagens com a ADDP, em 2014, era sempre a briga com o sono em noites chuvosas.

Negueba – que, pra quem não conhece, é uma figura adorável, sempre risonho, sempre brincalhão, com uma história de vida foda – postou ontem no Facebook uma imagem sobre o jogo. Ele fala desse projeto com uma empolgação que é fora de série. Conseguiu apoiadores pra equipe e tá sempre empolgado.

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Nesse momento de luto e dor, peço a Deus que conforte as famílias de todo mundo que estava na van, em especial, da menina que morreu e das que estão internadas. Que possa haver o pronto restabelecimento de todos, e que o projeto possa continuar, ainda mais forte.

Negão! Estamos juntos sempre! Muita força aí! Força, New!

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43

Falar sobre si mesmo sem parecer cabotino é uma tarefa difícil pra caramba. Eu poderia listar aqui todas as coisas que eu já fiz e conquistei na vida. Ou então, todas as coisas em que eu reconhecidamente sou bom (e isso, apontado pelos outros). Por outro lado, poderia citar facilmente várias coisas em que eu sou um desastre, que eu não sei fazer, que eu não sei me comportar.

Hoje é um dia especial na minha vida. 13 de maio. Dia daquela famosa efeméride (palavra bonita, né?) que as pessoas comemoram aniversário. Chegada de um ciclo, encerramento de outro. Mudanças, promessas, votos de felicidades.

Tô fazendo 43 anos. Se Deus me der vida e saúde pra chegar aos 86, significa que cheguei na metade da minha vida hoje. Se considerarmos que a expectativa de vida do brasileiro é de pouco mais de 70 anos, já passei dos 50%. Só que é só Papai do Céu quem sabe do nosso tempo aqui nesse plano. Então, é bom a gente viver e agradecer.

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Tenho uma mulher que me ama. Um filho que, apesar do relacionamento distante, gosta de mim – e até veio passar meu aniversário comigo. Mãe e irmãos vivos que lembram de mim mesmo à distância. Alguns bons amigos, muitos conhecidos, uma boa carreira profissional. Que mais posso querer?

Saúde! Isso é fundamental. Nesse aspecto, o último ciclo foi muito difícil. Encerrei ele bem melhor que comecei. Mas aprendi a não me queixar, somente agradecer.

Vivemos em um mundo onde o prefixo que impera é o “des”. Desamor, desunião, desilusão, desgraça, desespero. E isso é uma tristeza, uma lástima. Eu ando querendo eliminar o “des” da minha vida. Quero mais amor, união, ilusão, graça, esperança. E mais saúde. E levar coisas boas às pessoas que convivem comigo.

Cada porrada que levei da vida, se não foi merecida, me fez crescer como pessoa. E, hoje, consigo dizer que foi mais importante que qualquer sucesso que eu já tenha conquistado (e, graças a Deus, foram muitos). E que nesse 44º ano de vida que começa hoje, eu possa ser uma pessoa melhor, mais compreensiva, mais amorosa com cada um que passa pelo meu caminho – a começar por você, que tá lendo esse texto agora.

Então, obrigado por tudo que de bom acontece comigo. 43 é uma idade boa. A vida me reserva muitas surpresas ainda. E agradeço por poder dividir um pouco disso com vocês.

Feliz ano novo pra mim!

9 verdades e 1 mentira

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Sim, sim, sim! Eu resolvi aderir à modinha da semana no Facebook. Vou listar aqui 10 sentenças sobre mim, e cada um de vocês poderá pensar qual delas é falsa.

  1. Já comi churrasquinho no Itajuru com as meninas do Bonde das Maravilhas.
  2. Conheci minha mulher, Eliana, na internet, mas só nos encontramos pessoalmente pela primeira vez dois anos depois da primeira vez que conversamos.
  3. Não sei andar de bicicleta, nem dirigir. E não sinto vontade nem de uma coisa, nem de outra.
  4. A série que mais marcou minha vida é “Friends”. Vejo sempre que posso e já vivi algumas das situações inusitadas retratadas pelos protagonistas.
  5. Na adolescência, fui, dentre outras coisas, campeão de xadrez  nos Jogos Estudantis, presidente do Grêmio Estudantil do ISR e editor de jornal.
  6. Comecei a ler frases inteiras em revistas e jornais com 2 anos e meio de idade, e antes dos 6 anos, além de ler, já escrevia.
  7. Em minha vida esportiva, já dirigi um jogador que chegou à seleção brasileira e já apitei uma pelada em que o astro era ninguém menos que Romário.
  8. Já fui padrinho de um casamento na capela do Cristo Redentor. E um dos meus padrinhos de casamento é um famoso jornalista da ESPN Brasil.
  9. Minha mãe e meus dois irmãos, desde muito tempo, só me chamam pelo apelido (Mangueira).
  10. Já tive, como tema de festa de aniversário, a Gatinha Marie (da Disney).

E então. Onde está a mentira?