Eu na Folha dos Lagos

Eu na Folha dos Lagos, 29/05/2010

Reproduzo aqui, em PDF, a matéria que saiu comigo ontem no caderno “Folha B”, da Folha dos Lagos, conceituado jornal aqui de Cabo Frio, falando um pouco sobre a minha vida de DJ.

Basta clicar aqui que o arquivo será baixado.

Uma parte da matéria “DJ Mangueira, veterano da música”

“Jogador, treinador de futsal, assessor de imprensa, técnico de informática… Desde moleque foram muitas funções acumuladas pela figuraça – não só pelo tamanho, mas pela simpatia – Anderson Daniel Lopes dos Santos, o Mangueira, que tem essa alcunha até para a mãe. Além de agente administrativo e assessor de imprensa da secretaria de Saúde de Cabo Frio, hoje ele se reencontra com as pistas e recebe antes do nome-apelido a sigla de Disc Jockey, DJ.
A história começou cedo, final da década de 1980, mais precisamente, em 88, aos 14 anos, quando Mangueira se aventurou a animar, pela primeira vez, uma pista de dança, em uma festa da escola. Dois anos depois, ao mesmo tempo que trabalhava com informática se envolvia mais seriamente com a música e, com 16, tocava na Plateau, uma boate que ficava na Praia do Forte.
Mangueira se tornou DJ praticando, experimentando a combinação dos sons dos vinis e com a onda digital, aperfeiçoou-se também, acompanhando o ritmo e partindo para cima dos CDJs. Foram muitos anos, hoje, Passagens por rádios, festas e casas noturnas da cidade, nesses 22 anos (hoje ele tem 36), deram a Mangueira o feeling que um bom músico tem com o público. Para tocar, tem que ser ao vivo” (…)

Jogador, treinador de futsal,
assessor de imprensa, técnico de
informática… Desde moleque foram
muitas funções acumuladas
pela figuraça – não só pelo tamanho,
mas pela simpatia –
Anderson Daniel Lopes dos Santos,
o Mangueira, que tem essa
alcunha até para a mãe. Além de
agente administrativo e assessor
de imprensa da secretaria de Saúde
de Cabo Frio, hoje ele se reencontra
com as pistas e recebe
antes do nome-apelido a sigla de
Disc Jockey, DJ.
A história começou cedo, final
da década de 1980, mais precisamente,
em 88, aos 14 anos,
quando Mangueira se aventurou
a animar, pela primeira vez,
uma pista de dança, em uma festa
da escola. Dois anos depois,
ao mesmo tempo que trabalhava
com informática se envolvia
mais seriamente com a música
e, com 16, tocava na Plateau,
uma boate que ficava na Praia
do Forte.
Mangueira se tornou DJ praticando,
experimentando a combinação
dos sons dos vinis e com
a onda digital, aperfeiçoou-se
também, acompanhando o ritmo
e partindo para cima dos CDJs.
Foram muitos anos, hoje, Passagens
por rádios, festas e casas
noturnas da cidade, nesses 22
anos (hoje ele tem 36), deram a
Mangueira o feeling que um
bom músico tem com o público.
Para tocar, tem que ser ao vivo.
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