Chopp da Nação

Uma das fotos oficiais do "Chopp da Nação 5.0"

Uma das fotos oficiais do "Chopp da Nação 5.0"

Estive no Rio nesse domingo para participar da quinta edição do “Chopp da Nação”, um encontro de rubro-negros que se conhecem, prioritariamente, do Twitter e das redes sociais, e combinam de ver um jogo do Flamengo – além de conhecer os novos integrantes.

Foi minha primeira participação. Apesar de outros convites, nunca consegui conciliar meus compromissos pra participar. Foi bem legal. O pessoal foi muito receptivo, algumas pessoas eu já conhecia e essa integração é sempre bacana.

“Só” o que estragou foi a atuação do Flamengo no segundo tempo do jogo. Inteiramente dominado pelo Grêmio, modificado taticamente pelo Celso Roth, o time saiu de 2 x 0 pra 2 x 4 (sendo três gols no segundo tempo) e complicou muito suas pretensões de conquistar o heptacampeonato nacional.

Eu e André Tozzini

Eu sou conhecido como um cara ponderado nas minhas análises sobre o Flamengo. Acho que tá cedo pra jogar a toalha, mas a distância de 6 pontos pra Corinthians e Vasco e o baixo número de vitórias são dois complicadores muito grandes nessa reta final. Mais que isso, a própria classificação pra Libertadores se torna mais ameaçada, porque já estão na cola Inter, São Paulo e Figueirense.

O diagnóstico que eu faço do time, a seis jogos do fim da temporada, é que o elenco ficou “capenga”. Um amigo ponderou que a contratação do Ronaldinho não acabou sendo boa esportivamente, já que até agora, o Flamengo só ganhou o Estadual. É uma análise feita por um torcedor de outra equipe, mas que não deixa de ter razão. O problema é hoje se vê claramente que o elenco é desequilibrado. O sistema defensivo é frágil e não há peças de reposição. O meio-campo é o setor mais forte do time e o ataque depende muito da produção do R10 e dos gols do Deivid, que nem sempre aparecem.

Espero que o Flamengo assegure a vaga pra Libertadores do ano que vem, e que a diretoria e a comissão técnica (a atual ou uma nova, em caso de troca) possa avaliar bem as peças para a montagem do elenco pro ano que vem. Importante lembrar que é preciso ter um grupo com algumas variáveis em cada setor, além da incorporação de alguns bons jogadores do sub20, para que nos jogos, o time não fique restrito apenas aos 11 que começam.

Porque, vamos combinar, quando Diego Maurício se torna a opção para mudar o panorama de um jogo…

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