Celebração

Celebração

Como eu postei no Facebook, quero avisar que o meu aniversário não é hoje, é na quarta, dia 13.

Pros amigos leitores que não são daqui, o Grupo Nada Igual é um dos mais renomados da Região dos Lagos. Gravou um DVD em janeiro (que está prestes a ser lançado), comemorando cinco anos de estrada do grupo. Eu já tenho uma parceria com eles há dois anos e meio, dentro de um evento semanal que se chama Luau do Nada Igual.

Atualmente, o evento acontece aos sábados, no São Pedro Esporte Clube (SPEC, como todo mundo conhece), no centro de São Pedro da Aldeia. Casa sempre lotada e eu tô sempre lá, fazendo o aquecimento e o intervalo dos shows.

Aproveitando a oportunidade, juntei o trabalho deste sábado com a oportunidade de começar a comemorar meu aniversário. Além do Nada Igual, vários amigos que fiz nessa trajetória vão estar lá dando uma canja e uma moral pra mim.

Moral que começa quando o Nada Igual abre espaço em seu luau pra me homenagear. E de forma carinhosa (e um pouco exagerada), coloca no material promocional: “muitos convidados para comemorar com o DJ mais querido da região”.

É bom ser querido, é bom quando acreditam no seu trabalho e depois de todos esses anos de estrada, ainda te dão chances de continuar aprendendo e crescendo.

E é isso. Pra quem é da região e quiser ir ao Luau, sinta-se convidado por mim neste sábado. Os amigos sabem como me contactar. E vamos aproveitar que a semana será longa, pelo visto.

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E 2012 começou com tudo…

E 2012 começou com tudo…

Ando sem tempo de escrever aqui. Com vontade, com coisas a contar, mas sem tempo. Depois de 11 meses difíceis em 2011, dezembro começou muito bem, e a correria está frenética nestes 23 dias de início de ano.

Como vocês já devem saber – pelo menos quem me segue no Twitter e no Facebook – assumi há cerca de 25 dias a residência, como DJ, do Botequim Ratatá, aqui mesmo em Cabo Frio. Tô tocando todo dia lá, de segunda a segunda, nos intervalos e depois das bandas.

A correria tá grande, mas não tenho do que reclamar. Não tenho nem tempo de cortar o cabelo, mas tá maneiro. Tadeu é um parceirão e estamos pensando em muitas coisas boas pro futuro. A chance de “voltar pra mídia” foi boa e estou bem feliz. E acho que o trabalho tá tendo mais elogios que críticas.

Obviamente que, por conta disso, não fui ao Cabofolia. Depois eu vou escrever um pouco mais sobre a micareta que acabou ontem. E a vida tá corrida – trabalhando também de dia e na próxima semana, retornando os treinos na ADDP.

Prometo que vou ser mais ativo no blog esse ano. Tem bastante gente que gosta do que eu escrevo.

Eu na Folha dos Lagos

Eu na Folha dos Lagos

Eu na Folha dos Lagos, 29/05/2010

Reproduzo aqui, em PDF, a matéria que saiu comigo ontem no caderno “Folha B”, da Folha dos Lagos, conceituado jornal aqui de Cabo Frio, falando um pouco sobre a minha vida de DJ.

Basta clicar aqui que o arquivo será baixado.

Uma parte da matéria “DJ Mangueira, veterano da música”

“Jogador, treinador de futsal, assessor de imprensa, técnico de informática… Desde moleque foram muitas funções acumuladas pela figuraça – não só pelo tamanho, mas pela simpatia – Anderson Daniel Lopes dos Santos, o Mangueira, que tem essa alcunha até para a mãe. Além de agente administrativo e assessor de imprensa da secretaria de Saúde de Cabo Frio, hoje ele se reencontra com as pistas e recebe antes do nome-apelido a sigla de Disc Jockey, DJ.
A história começou cedo, final da década de 1980, mais precisamente, em 88, aos 14 anos, quando Mangueira se aventurou a animar, pela primeira vez, uma pista de dança, em uma festa da escola. Dois anos depois, ao mesmo tempo que trabalhava com informática se envolvia mais seriamente com a música e, com 16, tocava na Plateau, uma boate que ficava na Praia do Forte.
Mangueira se tornou DJ praticando, experimentando a combinação dos sons dos vinis e com a onda digital, aperfeiçoou-se também, acompanhando o ritmo e partindo para cima dos CDJs. Foram muitos anos, hoje, Passagens por rádios, festas e casas noturnas da cidade, nesses 22 anos (hoje ele tem 36), deram a Mangueira o feeling que um bom músico tem com o público. Para tocar, tem que ser ao vivo” (…)

Jogador, treinador de futsal,
assessor de imprensa, técnico de
informática… Desde moleque foram
muitas funções acumuladas
pela figuraça – não só pelo tamanho,
mas pela simpatia –
Anderson Daniel Lopes dos Santos,
o Mangueira, que tem essa
alcunha até para a mãe. Além de
agente administrativo e assessor
de imprensa da secretaria de Saúde
de Cabo Frio, hoje ele se reencontra
com as pistas e recebe
antes do nome-apelido a sigla de
Disc Jockey, DJ.
A história começou cedo, final
da década de 1980, mais precisamente,
em 88, aos 14 anos,
quando Mangueira se aventurou
a animar, pela primeira vez,
uma pista de dança, em uma festa
da escola. Dois anos depois,
ao mesmo tempo que trabalhava
com informática se envolvia
mais seriamente com a música
e, com 16, tocava na Plateau,
uma boate que ficava na Praia
do Forte.
Mangueira se tornou DJ praticando,
experimentando a combinação
dos sons dos vinis e com
a onda digital, aperfeiçoou-se
também, acompanhando o ritmo
e partindo para cima dos CDJs.
Foram muitos anos, hoje, Passagens
por rádios, festas e casas
noturnas da cidade, nesses 22
anos (hoje ele tem 36), deram a
Mangueira o feeling que um
bom músico tem com o público.
Para tocar, tem que ser ao vivo.