O caos do fim do ano

O caos do fim do ano

Terça-feira, 30 de dezembro. 19h. Eu, Eliana (minha esposa) e um amigo presos em um engarrafamento colossal (pros padrões cabofrienses) na Av. Teixeira e Souza. 15 minutos para percorrer uma distância de três quarteirões.

Quarta-feira, 31 de dezembro, 0h15, Praia do Forte. Uma multidão de gente trafega pela Avenida do Contorno – em frente à praia – paralelas e transversais, perto do palco e na região conhecida como “Malibu”, nas proximidades do hotel do mesmo nome.

Quarta-feira, 31 de dezembro, 3h, Boulevard Canal. A Adega Galiotto – bar onde eventualmente sou DJ – está lotada. Nos bares vizinhos e a boate Eleven, o mesmo agito.

Hoje mais gente vem para o reveillon e a maioria fica até domingo, dia 4. E tome fila: na padaria, de manhã cedo; na lotérica, tentando a Megasena de R$ 35 milhões que corre hoje; nos caixas de banco – e nos poucos 24 horas espalhados na cidade; nos pontos de ônibus…

Há quem defenda esse caos na semana que marca a virada do ano. Eu também já gostei dele, confesso. Hoje em dia, não tenho muita paciência mais não…

Anúncios
Cenas cabofrienses: dia de pagamento

Cenas cabofrienses: dia de pagamento

Todo mês, na última semana, é a mesma coisa: filas inacreditavelmente grandes nas agências do Banco do Brasil no centro da cidade e em São Cristóvão.

O fenômeno se repete no dia que a Prefeitura faz seu pagamento – que este mês, saiu hoje. Os correntistas – funcionários ou não da PMCF – que precisam sacar algum dinheiro neste dia precisam de paciência. Muita paciência.

Jovens ou idosos, homens e mulheres, correntista especial da conta ouro ou apenas quem tem sua poupancinha… hoje é dia de encarar aquela fila colossal. E torcer pra não sofrer nenhuma “saidinha de banco”.