E lá se vão cinco anos…

E lá se vão cinco anos…

Time sub-15 na estreia contra o Fluminense, em 19 de agosto de 2006

Há cinco anos, exatamente no dia 26 de julho, começava uma das minhas mais experiências mais bacanas no futsal, contando tudo que eu já passei desde que comecei a jogar, com oito anos de idade. O professor Flávio Rebel me convidou, via MSN, para participar do processo de montagem das equipes sub-15 e sub-17 do então recém-criado Centro Esportivo de Cabo Frio, que disputariam o Campeonato Estadual de Futsal da FFSERJ em 2006.

Time sub-17 na estreia contra o Fluminense, 19 de agosto de 2006

A tarefa era árdua. Tínhamos, então, menos de um mês pra selecionar jogadores entre 13 e 17 anos para disputar, pela primeira vez, uma competição de alcance estadual. Rebel tinha acabado de voltar da pós-graduação na UNOPAR, cheio de novos conceitos sobre o futsal. Eu e meu parceiro Totonho Diniz acabamos participando desse processo de montagem da equipe. Fiquei com o time sub-17; Totonho com o time sub-15; Rebel era o coordenador: montava os treinamentos que a gente aplicava, reunia pra avaliações e chefiava a equipe técnica.

Foram duas semanas de avaliações de atletas. A diretoria queria que montássemos cada um dos times com apenas 20 jogadores. Apareceram 200 por categoria para as avaliações. Depois de uma bateria de avaliações – a maioria delas utilizando os conceitos de “jogos reduzidos” (ou “jogos inteligentes”) – ficamos com uns 30 em cada categoria e, a medida que o campeonato foi começando, alguns saíram e outros chegaram.

Último jogo do sub15, contra o Flamengo, na Gávea, 11 de novembro de 2006

Aquele Estadual foi uma odisseia pra gente: jogo todo sábado, viagem de 15 em 15 dias, uma rotina nova e diferente pros meninos e também pra nós. Caímos numa chave com Flamengo, Fluminense (bicho-papão das duas categorias na época), Mangueira (não eu: o projeto sócio-esportivo do famoso morro carioca), Social Ramos Clube e Clube Central, de Icaraí (Niterói). Dos seis, quatro passavam para a segunda fase.

A caminhada foi longa, difícil, dura, mas prazerosa. Vimos a evolução técnica e tática da nossa equipe, que marcava forte e tinha um contra-ataque eficiente e agressivo. O sub-15 teve um primeiro turno ruim de resultados, mas ótimo em evolução. O segundo turno foi bem melhor. Não deu pra classificar: foram apenas duas vitórias em dez jogos.

Flamengo x Cabo Frio no sub-17: vitória e classificação para as quartas, 11 de novembro de 2006

O sub-17 foi a grande surpresa. Depois de um jogo duríssimo na estreia contra o Flu (4 a 2 pra eles), o time terminou o turno com sete pontos (vitórias contra o Social Ramos em casa e contra o Central, fora; e um empate em 2 a 2 com o Flamengo em casa depois de estar perdendo por 2 a 0 até os 13 minutos do segundo tempo). No segundo turno, três vitórias nas três últimas rodadas (com direito a um jogo inesquecível contra o Flamengo, na Gávea, 5 a 4 pra nós, onde a gente tava perdendo por 3 a 2 faltando 1 minuto e 20) garantiram a vaga para as quartas de final.

Nas quartas, uma vitória fora de casa contra o Marã/Nilopolitano, por 8 a 7, depois de um primeiro tempo fantástico (5 a 1) nos deu esperança de chegar à semifinal. Porém, a falta de experiência (e um pouquinho de relaxamento de todos, inclusive meu) nos trouxe derrotas no tempo normal (0-4) e na prorrogação (0-1), em uma eliminação muito dura, mas que garantiu um sexto lugar histórico à época, à frente de potências como Vasco e Flamengo.

Último jogo do sub17, contra o Nilopolitano, pelas quartas: 25 de novembro de 2006

Voa parte dos meninos que atuaram naquelas equipes sub-15 e sub-17 continuam jogando futsal até hoje. Um deles, o goleiro Higor Lopes, disputou duas edições da Liga Nacional pelo Macaé, mesmo tendo idade ainda para atuar na categoria sub-20. Boa parte deles participou das boas campanhas do hoje extinto Centro Esportivo de Cabo Frio em competições sub-20 da FFSERJ (várias vezes semifinalistas de campeonatos cariocas e estaduais); alguns foram semifinalistas da FFSERJ comigo pela ADDP, em 2009; e a base do time sub-15 de 2006 participou da conquista do título sub-20 da terceira edição da Super Liga Futsal Rio pelo Rosa de Saron, há duas semanas.

Um parêntese se faz necessário para destacar o pivô Rodriguinho Gonçalves, hoje com 21 anos. Um dos artilheiros do time sub-17 no Estadual de 2006, com 12 gols, ele foi colecionando recordes no futsal da cidade desde então. Foi o principal goleador do Municipal em 2006 (sub-17, pelo Mixto); em 2009 (sub-20 e adulto, pela ADDP) e em 2010 (adulto, pela ADDP). Sagrou-se campeão da Liga de Cabo Frio em 2006, 2007, 2009 e 2010. No Campeonato Carioca adulto de 2011 da FFSERJ, marcou 22 gols em 11 jogos e ficou com o troféu de artilheiro mais uma vez.

As fotos colocadas neste post aqui (e também disponíveis em um álbum do meu perfil no Facebook, que pode ser visto até por quem não tem página nesta rede social) dão uma pequena amostra do que foi aquele projeto. Depois, com calma, vou procurar as súmulas de todos os 22 jogos dos quais participamos e colocar aqui resultados, gols e tudo o que remete a essa histórica conquista para o futsal de Cabo Frio. No final deste post, tem todos os resultados dos jogos dessa temporada.

Meus agradecimentos a todos os atletas que participaram daquelas equipes: Higor Lopes, Matheus Adams, Mateus Lavorato, Gabriel, Diogo Luis (Tetinha), Weslley, Lourival, Sanny, Tomás, Jonathan Sperandio, Josenilton, Juninho, Carlinhos Bessa, Elizeu Soares, Marcus Vinícius (Cabeça), Zé Aldair, Cleiton, Igor Rabelo, João Marcos, Felipe Horácio, Vinicinho, Pedro Torres, Leozinho, Vinícius Carriço (sub-15); Pedrão, Bernardo Gagá, Daniel Gonçalves, Rodolpho Vaz, Rodolpho Gonçalves, Rodriguinho, Thiago Campos, Igor Castro, André Chicata, Roger Hudson, Rafinha, Daniel Palavrão, Jean, Dieguinho, Guilherme Tardelli, Marquinhos Soneca, Luiz Henrique (Miúdo), Gabriel Santos (Biel), João Marcelo Mello, Wallace, Anderson, Matheus Moreno, Gabriel Carriço, Lucas Eto’o (sub-17).

Agradeço também ao convite do então secretário de Esporte e Lazer de Cabo Frio, Zé Ricardo Gonçalves; ao coordenador de esportes, professor Rico Barreto; e aos professores e amigos Flávio Rebel, Totonho Diniz, Jorge Fabrício e Savio Badini, que participaram diretamente do nosso convívio nesse período, com críticas, elogios, sugestões e troca de experiências.

Algumas das lições aprendidas naqueles quatro meses de convívio praticamente diário me trouxeram importantes lições pra minha carreira subsequente no futsal – e porque não dizer, pra minha vida fora das quadras. E olhando em tudo que se passou no futsal de Cabo Frio, cinco anos depois, o que é mais legal é ver que, na maioria dos casos, fizemos as escolhas corretas – o que, de alguma maneira, mostra que nossa visão do futsal, à época considerada “equivocada” por alguns “donos da verdade” da modalidade na cidade, estava no caminho correto.

Resultados – Sub-15
19/8/2006 – Cabo Frio 0 x 5 Fluminense
26/8/2006 – Cabo Frio 1 x 2 Social Ramos
3/9/2006 – Mangueira 2 x 1 Cabo Frio
16/9/2006 – Clube Central 5 x 3 Cabo Frio
23/9/2006 – Cabo Frio 0 x 3 Flamengo
14/10/2006 – Fluminense 6 x 5 Cabo Frio
21/10/2006 – Social Ramos 7 x 1 Cabo Frio
28/10/2006 – Cabo Frio 2 x 1 Mangueira
4/11/2006 – Cabo Frio 4 x 2 Clube Central
11/11/2006 – Flamengo 4 x 3 Cabo Frio

Artilharia:
Tomás (4), Juninho (3), Vinicinho (2), Carlinhos Bessa (2), Pedro (2), Lourival (2), Felipe Horácio (1), Igor Rabelo (1), Weslley (1), Josenilton (1), Zé Aldair (1)

Resultados – Sub-17
19/8/2006 – Cabo Frio 2 x 4 Fluminense
26/8/2006 – Cabo Frio 6 x 5 Social Ramos
3/9/2006 – Mangueira 6 x 5 Cabo Frio
16/9/2006 – Clube Central 2 x 12 Cabo Frio
23/9/2006 – Cabo Frio 2 x 2 Flamengo
14/10/2006 – Fluminense 9 x 7 Cabo Frio
21/10/2006 – Social Ramos 5 x 4 Cabo Frio
28/10/2006 – Cabo Frio 4 x 2 Mangueira
4/11/2006 – Cabo Frio 3 x 1 Clube Central
11/11/2006 – Flamengo 4 x 5 Cabo Frio
19/11/2006 – Marã/Nilopolitano 7 x 8 Cabo Frio
25/11/2006 – Cabo Frio 0 x 4 Marã/Nilopolitano (0 x 1 na prorrogação)

Artilharia:
Igor (12), Rodriguinho (12), Dieguinho (10), Rodolpho (8), Thiago Campos (5), Roger (3), Guilherme Tardelli (2), Rafinha (2), Markinhos Soneca (1), Luiz Henrique (1), André Chicata (1), um gol contra

Carioca de Futsal: ADDP enfrenta Cabo Frio Futsal nesta sexta

Carioca de Futsal: ADDP enfrenta Cabo Frio Futsal nesta sexta

Nesta sexta-feira (6/5), a ADDP volta a jogar pelo Campeonato Carioca de Futsal. E o adversário é o principal rival do clube: o Cabo Frio Futsal. O confronto entre os dois representantes de Cabo Frio acontece pela primeira vez no giniásio Vivaldo Barreto, no Jardim Esperança, e dá uma dimensão do estágio do futsal da cidade no cenário do Estado do Rio.

Às 18h30, as duas equipes se enfrentam pela categoria sub-20. Mais que um resultado positivo, a ADDP busca marcar seu primeiro gol no campeonato, o que não conseguiu fazer nos três jogos anteriores. O Cabo Frio Futsal venceu duas vezes e está em situação confortável na tabela.

Rodriguinho é um dos artilheiros do Carioca de Futsal

Às 20h, é a vez do aguardado confronto entre as equipes principais, que pelo bom início no Campeonato Carioca, podem se reencontrar nas fases finais da competição. Depois do empate em 5 a 5 diante da USS/Vassouras, e com os resultados da quinta rodada, a ADDP entra em quadra na sétima colocação, com 5 pontos ganhos em 4 jogos. O Cabo Frio tem um jogo a menos, já que seu jogo da quarta rodada, contra o São Cristóvão, adiado por causa das fortes chuvas que caíram no Rio de Janeiro na segunda-feira passada (25/4), mas está na sexta colocação, com 6 pontos.

O Cabo Frio venceu o Madureira, na estreia (4 a 2). Depois, foi ao Rio e perdeu para o Grajaú Country (5 a 2). No terceiro jogo, goleada sobre o América (5 a 1).

A ADDP estreou empatando com o Vasco (5 a 5). No segundo jogo, perdeu para o Imperial Futsal em Petrópolis (0 a 1), e na terceira partida, uma expressiva vitória sobre a Casa de España/Botafogo (4 a 2).

O clássico de sexta-feira é o primeiro disputado no novo ginásio Vivaldo Barreto. Nas inúmeras oportunidades em que o confronto aconteceu no ginásio Aracy Machado, entre 2006 e 2010, sempre houve boa presença de público.

– Pelo fato das duas equipes serem da cidade, a rivalidade é maior. Temos muitos amigos do lado de lá, mas quando a bola rola, cada um quer a vitória e vai defender sempre o seu lado – explica Thiago Campos, jogador da ADDP.

A ADDP conta, mais uma vez, com os gols de Rodriguinho, que já balançou as redes adversárias nove vezes. O pivô de 21 anos é um dos artilheiros do Campeonato Carioca. O jogador marcou 64% dos gols da equipe: foram cinco contra o Vasco da Gama, dois contra o Botafogo e dois contra a USS/Vassouras.

História – Cabo Frio é a única cidade do interior do estado que, já há alguns anos, tem duas equipes participando dos campeonatos organizados pela Federação de Futsal do Rio. No ano passado, ADDP e Cabo Frio Futsal lutaram até a última rodada do Estadual por uma vaga nas semifinais. O Cabo Frio terminou em quinto lugar e a ADDP, em sexto. Naquele Estadual, foram três jogos: 2 a 1 para o Cabo Frio no primeiro turno, 7 a 1 para a ADDP no segundo e empate em 2 a 2 no terceiro turno.

Para este Campeonato Carioca, a ADDP conta com o apoio do Laboratório Teuto, do Mister Pizza, da Ollé Sports, do Grupo Marian e da Prefeitura de Cabo Frio.

Com informações de Dayanne Neves
Assessoria de imprensa da ADDP
Email: addpfutsal@gmail.com– Twitter: @addpfutsal
Fan Page da ADDP no Facebook:
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Futsal de Cabo Frio: ADDP espera as semifinais

Futsal de Cabo Frio: ADDP espera as semifinais

A ADDP venceu o Bola Sexta por 9 a 4 em jogo válido pela nona e última rodada do Campeonato Municipal Adulto de Cabo Frio. Apesar do placar dilatado no fim da partida, o time comandado por Everaldo Rangel encontrou dificuldades para superar o adversário, já desclassificado, durante boa parte do jogo.

O treinador aproveitou a partida para experimentar novas formações, além de dar tempo de jogo a atletas que vem atuando menos, como Dedé e Cadu. Com isso, mesmo abrindo o placar com Marcos Paulo, aos 3’17, a ADDP não conseguiu imprimir o seu ritmo normal em quadra.

Fechado na defesa, o Bola Sexta esperava um erro do adversário para surpreender, e não mudou a postura nem mesmo depois do segundo gol da ADDP, marcado por Rodriguinho, aos 10’46. A partir daí, a ADDP começou a errar demais, acelerando o jogo e propiciando uma série de contra-ataques, que exigiram bem do goleiro Marcelo.

De tanto insistir, o Bola Sexta foi premiado e, melhor em quadra na parte final do primeiro período, empatou o jogo. Fred, aos 17’36; e Digão, em bela jogada individual, aos 19’, colocaram o placar em igualdade, 2 a 2, resultado que permaneceu até o intervalo.

No segundo tempo, Rodriguinho fez 3 a 2 para a ADDP aos 23’30. Logo em seguida, o mesmo Rodriguinho foi derrubado dentro da área, em lance ignorado pela arbitragem. Aos 28’, a bola bateu no braço de Jackson dentro da área e o árbitro Lucio marcou pênalti. Washington cobrou forte, mas a bola bateu no travessão de Totonho, que entrara no intervalo.

O pênalti animou o Bola Sexta, que aproveitou mais um contra-ataque para empatar novamente a partida, com Fred, aos 30’43. Porém, em um intervalo de 76 segundos, melhor fisicamente, a ADDP acelerou o ritmo e matou o jogo: Marcos Paulo, aos 32’27; Rodriguinho, aos 32’55; Marrinha, aos 33’18 e novamente Marcos Paulo, aos 33’43; fizeram o placar chegar a 7 a 3 para os atuais tetracampeões de Cabo Frio.

Ainda sobrou tempo para Papaulo, em belo passe de Rodriguinho (aos 35’40) e Cadu (aos 37’12) completarem o marcador. Fred fez outro gol para o Bola Sexta, aos 36’22.

Com 24 pontos, a ADDP fechou a primeira fase com 100% de aproveitamento, vencendo todos os oito jogos que disputou. Mesmo tendo levado quatro gols em um só jogo pela primeira vez na competição, o time ainda tem a melhor defesa, com apenas 17 gols sofridos; e o melhor ataque, com 52 gols marcados – sendo 17 deles por Rodriguinho, artilheiro isolado do torneio.

Agora, o time espera pela definição de seu adversário nas semifinais – que depende fundamentalmente do resultado do jogo entre Rosa de Saron x Tamoyo, nesta quinta-feira (28). Se o Tamoyo vencer por até três gols de diferença ou empatar, o alviverde termina na quarta colocação e enfrenta a ADDP na semifinal. Se o Tamoyo vencer por quatro ou mais gols de diferença, a ADDP repete contra o Rosa de Saron o confronto da semifinal do campeonato da temporada passada. Uma vitória do Rosa de Saron, entretanto, coloca o Zelador na briga pela classificação: o time dirigido por Wagner Araújo tem 9 pontos e precisaria vencer o Progresso para chegar à fase decisiva em sua segunda temporada na Liga de Cabo Frio.

Já o estreante Bola Sexta, que começou o campeonato com boas atuações, termina a competição com apenas 4 pontos ganhos, ocupando provisoriamente o oitavo e penúltimo lugar. O time pode ser ultrapassado pelo Grêmio Samburá, que joga no dia 4 de novembro contra o Arraial do Cabo.

Destaque do jogo, o pivô Marcos Paulo resumiu a atuação da equipe:

– Entramos desligados, achando que o jogo se resolveria a qualquer momento, e tivemos problemas por isso. Depois que o time concentrou um pouco mais e se dedicou, conseguimos aquela sequência de gols que nos deu a vitória – analisou o jogador.

O próximo compromisso da ADDP é pelo Campeonato Estadual, no dia 4, contra o Macaé Sports, no ginásio Engenheiro Mauricio Bittencourt, em Macaé, às 20h.

A ADDP jogou e venceu com Marcelo, Dedé, Marrinha, Papaulo e Rodriguinho. Entraram: Totonho, Marcos Paulo, Cadu, Dudu, Fernando Mumu, Jackson e Júlio. Técnico: Everaldo Rangel

A CAMPANHA
22.06 – ADDP 6 x 3 Zelador
13.07 – ADDP 6 x 2 Rosa de Saron
03.08 – ADDP 3 x 2 Tamoyo
10.08 – ADDP 6 x 1 Coral
31.08 – ADDP 3 x 2 Arraial do Cabo
09.09 – ADDP 10 x 1 Grêmio Samburá
05.10 – ADDP 9 x 2 Progresso
26.10 – ADDP 9 x 4 Bola Sexta

ARTILHEIROS
Rodriguinho – 17 (artilheiro do campeonato)
Marcos Paulo e Papaulo – 6
Cadu e Thiago Campos – 4
Júlio e Marrinha – 3
Dedé, Fernando Mumu e Marquinho – 2
Dudu, Jackson e Renatinho – 1